Uma foto da Maria Ribeiro, por favor?

Quero um porta retrato com a foto da Maria Ribeiro na minha mesinha de cabeceira. Não tenho certeza se porta retrato tem hífen. Mas tenho certeza da foto da Maria.

Na minha mesinha de cabeceira tem um anjinho, o Superman, o livro que estou lendo (ou os vários) e um porta retrato do Marcos. Acredito que caiba ainda a foto da Maria.

Imagino logo minha irmã perguntando “Conhece ela? É sua parente? É sua amiga? Já viu ela pessoalmente? Pra que você teria um porta retrato dessa moça?”

Sim. Sim. Sim. Não. A última respondo depois.

Conheci Maria pelo Saia Justa. E aquela linda mulher de sorriso e cabelos fartos me conquistou. Não pela fartura acima, mas pela fartura de afinidades. Aquela boa-quase-sem-esperança visão do mundo. Aquele humor fratura exposta...

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“Bullying com depressivo? Isso é coisa da sua cabeça!”

Contar que você já teve ou tem depressão é como ser ex presidiário. É como se você assinasse um atestado de incapacidade para o resto da vida. É como se alguém tivesse tatuado uma piroca no seu rosto sem você saber. Todo mundo te olha diferente. 

Nunca vi ninguém falando sobre isso. Sobre ter depressão, ansiedade? Já. Tem gente até que ganha dinheiro só falando sobre isso. Mas sobre sofrer bullying por ter depressão, nunca li algo sobre. “Ah, bullying sobre depressão não existe, isso é invenção da sua cabeça”. Viu? 

Quando você “sai do armário” dos psicotrópicos e decide contar pra todo mundo que, ao invés de só usar a bandeira do arco íris, você também usa a bandeira da tarja preta, tudo muda. O jeito das pessoas ao lidar com você muda...

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Eu sou a Leopoldina!

Eu acabei de ler a biografia da Dona Leopoldina, a Imperatriz. Mulher maravilhosa. Ai fui dormir as 3:45 e sonhei que eu tomava um café com leite amargo na minha sala e pela porta adentrava uma mulher com um coque ruivo – coisa nunca vista – me dizendo que eu era a reencarnação da Dona Leopoldina. Acordei com aquele gosto bege na boca e comecei a pensar no sonho. No Google não tinha o significado de sonhar com ruiva de coque e nem de reencarnar como Imperatriz. Mas comecei a achar que era verdade e digo o porquê.

Não, eu não pareço a Letícia Colin. Até porque, se parecesse, não estaria escrevendo num blog pouco ou quase nunca frequentado.

Mas pensei na paciência da Leopoldina e me identifiquei bastante...

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Você tá bem?

Me disseram que eu somente deveria lembrar de coisas boas. Hoje está muito frio. Lembrei que ela brincava comigo quando eu era bem pequeno e estava frio antes de dormir. Dizia que estávamos em um trem e estava nevando, que eu devia me cobrir e dormir para o frio passar até que chegássemos ao castelo.

“Sandro tem uma imaginação…”. Talvez venha daí.

Os últimos quatro anos foram terríveis. Terríveis. Uma confusão de sentimentos. Sentimentos que não pretendo sentir de novo. Infelizmente não posso deixar de sentir. Então sinto, sinto muito.

A última vez que vi meu pai ele estava sorrindo.

Por isso, quando ele foi embora, eu não quis vê-lo. Quis manter a imagem boa.

A última vez que vi minha mãe ela estava com raiva.

Por isso, quando ela foi embora, eu fui vê-la...

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Quero ser a pessoa que vai no Museu do Holocausto e tira selfie sorrindo

Acordei pensando em pessoas acordando e pensando.

Tenho inveja das pessoas que acordam e tem a mesa de café posta, aí tomam um suco rosa chá – frutas chiques fazem suco dessa cor – e repassam mentalmente o seu dia, enquanto saboreiam um muffin de bluberry: levar o filho na escola, passar no shopping pra comprar um casaco novo, tomar um capuccino com a melhor amiga naquele café bonitinho que tem cadeiras ao ar livre na esquina porque ela quer conversar sobre o marido, pegar o filho na escola, ir ao cinema com ele, …

Eu ando acordando pensando no mundo e confesso que tenho acordado com medo.

Não tenho condições psicológicas de acordar e pensar no sanduíche de 30cm de frango com cream cheese que vou comer mais tarde se no horário nobre de um dos maiores canais de TV mundiais, um casal soc...

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Kafka, Mônica Juliana, Banheiro, Ariclê Perez e Leo

“…um escritor que não escreve é, na verdade, um monstro que corteja a insanidade.”

Kafka, tô cortejando a insanidade tanto… A última vez que vim aqui já tem mais de um ano… fico procurando temas pra escrever, e já aprendi que isso é a faca que fura o intestino do escritor e que o leva a morte…

“Escreva, não deixe de escrever! Escreva qualquer coisa, até lista de compras… mas nunca deixe de escrever!”, me disse a saudosa Ariclê Perez.

Não obedeci. Não por rebeldia, mas por problemas. Psicológicos. Mas eis que aqui estou de volta e sem tema. Devaneando no banheiro veio algo. Estava com o notebook – sim, eu o levo para o banheiro as vezes… – fui até o google, achei o site significados.com.br e veio a seguinte explicação: “Amigo é o nome que se dá a um indivíduo que manté...

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“Não concordo com o que dizes, mas defendo até a morte o direito de o dizeres.”- Voltaire e o Big Brother

Todos os anos, quando o Big Brother estreia, aparecem os falsos cultos de plantão e começam a distribuir suas opiniões não solicitadas.

O pior ainda acontece quando o programa tem bons índices de audiência, e vira assunto em sites e redes sociais, a ira dos cultos de ocasião aumenta exponencialmente.

Não entendo a diferença entre assistir uma novela, uma série, um desenho animado, o big brother, ou qualquer coisa.

Entretenimento. Me entretenho com o que eu quiser. Sem culpas!

Achei esse texto PERFEITO sobre isso, do José Francisco, do site BOXPOP (o texto é de 2014, mas como todo ano é a mesma babaquice…) e vou reproduzir aqui:

Pelo direito de defender o que você assiste

“(…)Quando o Big Brother Brasil estreou, eu era um grande fã da atração...

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E os vídeos voltara pra sexta!!!! Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!

E hoje os vídeos voltam para o dia na qual não deveria ter saído!!!

 

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Respondendo as perguntas das leitoras da Capricho…

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Fingimento

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